Como lidar com seus pais: as experiências deles, são deles!

Experiência significa, de acordo com o Luft: 1. Ação ou efeito de experimentar (-se). 2. Prática, conhecimento; perícia. 3. Ensaio, tentativa, demonstração. 4. conhecimento transmitido através dos sentidos.         Quando somos adolescentes tomamos algumas decisões que, nos arrependendo ou não, se tivéssemos a maturidade que adiquirimos com o tempo, não iríamos tomar. Mas uma coisa que estamos sem dúvida nenhuma destinados a receber são críticas por coisas que você fez ou alguém que você foi (adolescente imaturo, ou menos maduro). E disso você não pode fugir, tem que aprender a lidar.        Adolescentes querem experimentar. Querem viver tudo o que podem, mas não conseguem porque muitas vezes há um adulto para dizer que vão se arrepender, que vão se dar mal e que um dia, vai se lembrar daquele discurso e vai sofrer por não ter feito o que te indicaram. Disso não dá pra fugir, adultos são assim. São pais (mais comumente), professores, tios, conhecidos, desconhecidos… não importa, qualquer pessoa que seja adulta. Adultos, temos que concordar, têm mais experiência por já terem vivido mais, já experimentaram coisas que nem imaginamos, viveram em outra época e já estão mais próximos do final (brincadeira, nada a ver isso),  talvez, então, devíamos dar bola para o que eles falam. Mas sabemos que eles podem ser muito insistentes e protetores. Alguns pais, por amar demais (e não de menos), acham que dizendo pros filhos o que fazer, as consequências das atitudes ou dizendo o que aconteceu com eles na época, vai fazer a gente (filhos) resolver não fazer e se sentir como se já tivesse passado por isso. Mas a gente sabe que não... ler mais

Sobre a tristeza, fraqueza e força

Eu odeio ter que ser forte o tempo todo. Sei que sentimentos ruins vêm, mas eu estou sempre querendo controla-los, como se eu fosse imune  a qualquer um que eu não queira sentir. Mas isso é impossível. Eu gosto de ser forte o tempo todo, gosto de estar sempre feliz. Tenho medo que a tristeza e dúvidas se estendam mais do que é necessário. Não gosto de chorar.Eu não gosto de me sentir mal, principalmente, se for por causa dos outros. Se isso acontece, me sinto idiota. Acho que me sentir mal por causa dos outros é fraqueza e além disso, eu me sinto invadida. A pessoa entra na minha vida, toma as decisões que ela quer tomar, sendo que eu não tenho controle nenhum no que ela decidir, e quando vejo, simplesmente fico mal. Não gosto chorar por alguém, a única pessoa que pode isso sou eu mesma, na minha cabeça. Quando fico triste, me sinto idiota, como se eu fosse me sentir assim pelo resto da vida, como se eu estivesse retrocedendo para quando eu tinha 13 anos. Odeio me arrepender, é uma das coisas que eu odeio  admitir. E quando eu fico triste por algo que eu fiz, é claro que me arrependo.Às vezes dá impressão que se arrepender é para os fracos. Mesmo que eu possa crescer sentindo tudo isso, quem vai me convencer na hora da tristeza que ela vai passar, que é normal ou que essas coisas são boas pra gente? “Deixa eu me sentir mal”, penso por mim mesma. Preciso de sentimentos assim pra poder seguir em frente, mas eu não consigo me... ler mais

Igual aos demais… ?

Andei pensando em um assunto muito clichê e gostaria de compartilhar com vocês. Desde que eu fiz meus dreads eu tenho ouvido algumas coisas engraçadas. Só para constar, já que ninguém é obrigado a saber, os dreads são vários nós no cabelo. E outro dia uma amiga minha disse: “porque você não passa pelo menos um creminho no seu cabelo?”.   Ok, aquilo foi engraçado porque, mesmo que ela não saiba, eu tinha comentado como cuidava da juba: só shampoo, de preferência anti-resíduo e até sabão de coco serve! Mas… se eu passar um “creminho” no meu cabelo… os dreads ao invés de ficar presos, eles vão se soltar. E porque eu gastei 8 horas e $$ fazendo esse “penteado”? Eu não fiquei brava nem nada, só achei hilário. Ri e ignorei, porque nem sabia o que dizer. Quer dizer, acho que disse: “não pode, Fulana, porque se não o dread sai”.   Nessa mesma época eu fui viajar e pedi emprestado um sabão de coco para a pessoa que me hospedou, para minhas amigas disse que era pro cabelo. Uma delas olhou pra outra e começou a rir, a outra devolveu com uma risadinha tímida. Dessa vez eu ignorei mesmo, as pessoas simplesmente não entendem o que é diferente delas.   Para minha sorte, nesse MESMO dia, uma das meninas apareceu depois do banho com o cabelo todo embaraçado e cheio de nó, com um pente na mão, aflita se conseguiria ou não pentear o cabelo a tempo de sairmos.   A outra amiga ficou “cho-ca-da”, perguntou porque ela não tinha passado condicionador e ao ouvir a resposta, que era... ler mais

Contos do mar

  Parte das horas que estamos felizes, está relacionada com aquilo que sempre sonhamos e se tornou realidade. A gente ouve música e assiste vídeos e pensa que nunca vai acontecer com a gente. É… talvez não aconteça porque “felizes para sempre” às vezes pode ser muito chato. Na ficção, também, não sei porquê, os meninos e as meninas nunca têm muita personalidade, só fofura e beleza. Pra que queremos isso pra gente? Não sei, mas a gente quer. Um dia eu parei de querer isso, fui muito mais feliz a partir daí. Estava pensando nisso tudo enquanto eu andava pela praia no fim do ano. Passeava sozinha ouvindo músicas quase na hora pôr-do-sol. Como toda vida real, nada parecia acontecer. Enquanto o vento batia, eu sentia meus cabelos enrolados voando, algumas vezes eu até esquecia dos nós que tinham neles. O sol batia fraco, fazendo as marcas de espinha no meu rosto não aparecer tanto. Isso tudo me fez me sentir bonita, o que pouco acontece. Fui pro mar molhar meus pés. Deixei meus irmãos lá na casa pra andar, pensei que podia encontrar alguém pra conversar, alguém da minha idade pra indicar músicas ou dar um beijo no pôr-do-sol, mas a realidade era boa, mas não era perfeita. Foi aí que eu percebi que não tinha problema não acontecer. Eu estava feliz, me sentindo bem e o que tem de mal não ter uma história romântica pra contar? Eu me sentia bonita e feliz de verdade. O que mais precisava? Então, resolvi sentar pra ouvir o mar e a música e ver o sol indo embora dormir.... ler mais

Compreensão

                  Compreensão. A minha palavra do ano é compreensão. Estamos vivendo em tempos em que todos são tão diferentes que as coisas, para dar certo, precisam ser diferentes. As pessoas deveriam escutar mais, tudo o que o outro tem a dizer, os interlocutores têm mania de entender o que quer e o que realmente se é proposto pelas pessoas desaparece nas interrupções que geram falta de compreensão. Nem toda hora somos felizes, mas também não somos sempre infelizes, temos que compreender os momentos bons e ruins de cada um. Com essa simples palavra, minha palavra do ano, a inveja, o orgulho e outros sentimentos ruins vão embora, porque nos tornamos mais tolerantes, muitas vezes nos colocando no lugar do outro. Com a compreensão, as pessoas ficam mais em sintonia, podemos ser felizes sem culpa e todos passam a aproveitar seu momento de “altos” na vida e aprender mais com os “baixos”. Vamos, então, ser mais compreensivos com as decisões, os sonhos, os desejos, as cautelas, ousadias e as realizações de nossos amigos, parentes, conhecidos, desconhecidos e também com o Universo (muito importante lembrar dos últimos dois).  Se não for pelos outros, faça por você: amanhã pode ser quem precisará de compreensão de... ler mais

Triângulo amoroso, criado por mim

“Ah, Lucas! É melhor eu ir embora… vou deixar vocês sozinhos! Vai que eu me apaixono, não vai dar certo…” eu disse. E ele sorriu, assim, como se eu não estivesse falando sério. “Você acha que é mentira?” completei. E ele só sorria. Aquilo partiu meu coração, porque não poderia ser sério? Ele era bem bonito, me interessei por ele na hora que eu o vi. No meio de tanta gente, ele não só me chamou atenção, mas também me acelerou o coração. Fazia tanto tempo que isso não acontecia comigo. O irritante era a diferença de idade… Ele tinha 17 e eu 22. Eu que cheguei pra falar com ele, mas como eu ia imaginar que ele era tão mais novo? A festa até que estava animada. Meus amigos eram poucos, mas conseguimos conhecer mais gente ali. Uns carinhas até chegaram em mim, eu acho, não estava prestando muito atenção. Eu queria bem o no-vi-nho, e nada tiraria ele da minha cabeça, sou assim. Nem sei por que existe preconceito. Eu já tinha me prometido que não ia ficar mais com menino tão mais novo, mas dessa vez eu podia ter aberto uma exceção, mas meus amigos vieram com um papo de que ele era muito novo, que tinha carinha de criança… eu fiquei pressionada e lancei logo um “é pra Fernanda, é pra Fernanda! Arrumei alguém da idade dela pra ficar com ela”. A Fê tem só 17 anos e ficou a festa toda num canto, no meio de um povo mais velho, então achei que ia ser uma boa saída para minha situação delicada, com meus... ler mais
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Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, gostaria que elas refletissem sobre esse mesmo assunto e, a partir de provocações dos meus textos, criassem questionamentos internos. Esse é meu objetivo ao compartilhar.

Melhor ainda, pra mim, que sou escritora, é que quando um texto meu toca tanto uma pessoa que ela tem vontade de compartilhar o que também está pensando e faz comentários com suas visões, perguntas ou até mesmo críticas.

Escrevo desde que me lembro e tenho um espaço online (desde 2009 é o Gabitopia), desde dezembro de 2005.

Meu caminho é da alegria e da conexão com meu verdadeiro Eu, tentando sempre me manter no olho do furacão.

Sou grata!

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Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

Meu ofício é escrever. Escrevo para o Gabitopia há 10 anos e, depois que me formei em Jornalismo, passei a escrever para organizações, colaborando no marketing digital de empresas e ONGs, com conteúdo relevante que envolva o público e engaje os clientes. Na sessão "profissional" você encontra a descrição dos meus serviços.

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