Como é mesmo?

Eu sempre fico me perguntando o que é gostar de uma pessoa. Não que eu nunca tenha gostado, mas quando a gente não gosta de alguém, parece não se lembrar como é. É como quando eu tenho gastrite, sei como é não ter, mas simplesmente não consigo resgatar essa sensação. Então, vêm os filmes, os seriados e as músicas de amor fofinhas e inspirantes, eu fico esperando que apareçam pessoas legais como na ficção. Se a ficção reflete a realidade, onde está o meu par romântico? Vai um exemplo tolo. Um cara que você sabe que não é dos mais bonitos de todos, mas você ainda assim se sente atraída por ele. Vocês nem se falam muito pela internet, mas quando se encontram se sentem em total sincronia. Sente ciúme em pensar nas outras meninas com quem ele fica. Isso é carência? É só mais um cara que você ficaria? Porque as pessoas simplesmente não caem no nosso colo como parece que acontece na ficção? Como é que a gente faz para a outra pessoa se apaixonar por nós? Como é conhecer alguém com potencial para ter um relacionamento sério, sem se tornarem somente amigos? Como dizer, principalmente para um cara, que você gosta dele, sem se tornar só um brinquedo e ele não usá-la? Como eu digo desde que eu comecei a sentir choquinhos ao ver meninos, é muito mais doloroso não estar apaixonada do que estar. É uma sensação de vazio e dúvida. Se você não está apaixonada, qualquer um pode ser o próximo, e se o próximo não for legal? E se nunca voltar a se... ler mais

Irmã fura-olho

(desculpa, irmã, essa história tem que ser contada pelo bem da nação) Eu era apaixonada por um vizinho quando eu tinha quinze anos, mas ele tinha treze. Eu gostava muito dele mesmo assim e eu achava que ele gostava de mim. Certo dia, ele e outro amigo foram ver televisão lá em casa. O clima estava rolando, o filme começando e deixei minha irmã com eles e fui fazer sei-lá-o-que rapidinho. Quando voltei, estranhamente, ela tinha deitado a cabeça do menino em seu colo. Logo no começo do filme, ouvi uns barulhos de baba e quando olhei pro lado minha irmã e o menino – seis anos mais novo que ela – estavam se beijando. Fala sério, era o menino que eu gostava e era minha irmã lá, ela não devia ter feito isso. Levantei muito nervosa e expulsei os dois meninos de casa, estava incrédula. Fiquei me sentindo idiota. Eu devo ter ficado sem falar com ela por uns dias, enquanto tive que usar óculos de sol pra esconder o olho furado, mas depois simplesmente passou… Se não se pode brigar nem com amigas por causa de homens, imagina com... ler mais

Um pouco de filosofia, afinal.

Há muito tempo que venho pensando em fazer alguma coisa que me fizesse bem. Pensei em como mudar o mundo, e comecei a ler um livro que chama “como mudar o mundo”, é um livro muito bom que trata de “empreendedores sociais”, são pessoas que têm uma empresa ou um negócio que, vou dizer resumidamente para deixar claro, é caridade e sem fins lucrativos. Não é negócio para mim, não para alguém como eu, com essa mentalidade como a minha. Hoje eu assisti uma minissérie baseada no livro “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder. Eu já tinha ouvido falar e pra ser sincera, já tive que ler alguns capítulos para a escola e eu não o fiz. Quando eu vi o DVD na prateleira não consegui negar a mim mesma essa experiência. Parece que o DVD estava exclamando por mim! “Ser ou não ser, eis a questão.” Sabe… “Penso, logo existo”, coisas assim. Falando assim, até parece que eu sou facilmente influenciada por tudo o que eu escuto, e eu entendo quem pensa assim: sou vegetariana, gosto dos filmes infantis que o Disney Channel lança e agora a busca pelo conhecimento de repente nascer por causa de um filme. É que tudo tem uma explicação, inclusive gostar dos filmes da Disney. Tudo é tendência, pelo menos pra mim. Minha professora preferida no colegial? Professora Gabriela, de filosofia! Vegetariana? Sempre houve uma tendência. Camp Rock e Hannah Montana? Ah, isso é outro post, vinte e quatro horas no canal 88 da Sky. Então, eu decidi que ainda quero fazer alguma coisa pra mudar o mundo, e vou fazer mesmo,... ler mais

Ceticismo?

Duas coisas: (1) crer ou não crer no destino e; não importa por qual optar, (2) saber o que fazer com ele. Às vezes fazemos coisas pensando um objetivo, mas quando menos se espera, uma nova situação nos surpreende, talvez até seja mais difícil saber se confiamos ou não apenas no destino. Acreditar no destino, por mais que pareça para muitas pessoas a forma mais fácil de viver, pelo simples motivo de “o que tem que acontecer, vai acontecer”, mas a realidade não é bem assim. Todas as coisas que conquistamos não vêm fácil e não tem que deixar nas mãos do destino, apenas. Se você quer muito encontrar um emprego legal e não procura, não estuda, não aprende e não batalha, quais as chances, mesmo se estiver em seu destino, de encontrar esse tal emprego? Uma das diretrizes que podemos seguir se não confiarmos em destino é lutar sempre pelo o que quer, o que cabe para todas nossas ações na vida, é claro, mas com uma diferença: não confiar no destino nos faz muito mais fortes e perseverantes, já que tudo está em nossas mãos. Se você trabalhou duro para conseguir um emprego bacana, enviou seu currículo para as melhores empresas de sua área e realmente não era seu destino ser isso, você realmente não vai conseguir, sinto muito. Isso sim é destino. O que eu quero dizer não é, de maneira nenhuma, que eu não acredito em destino, porque eu acredito, e isso é o pior! Eu acredito tanto que, sempre que eu perco alguma oportunidade, deixo “nas mãos do destino” até por não ter absolutamente... ler mais

Em outro país…

Conhecer os lugares mais inesperados é maravilhoso, conhecer outras culturas e parar para discutir nossa própria com desconhecidos também. Máximo é chegar num lugar onde você pode fazer o que você quiser sem medo de que as pessoas te julguem. Procurar a paz interior ficando em silêncio no seu canto e ouvir a conversa dos outros, não como fofoca, só para acrescentar seu vocabulário do portunhol e espanenglish. E não pensar no que poderíamos ter feito, o que não deu certo não deu e nada de ficar se remoendo. Legal é poder se conectar com cada lugar que você vai e poder se sentir parte de cada local que se passa, nem que for por apenas um... ler mais

Em 2009 pretendo…

– Encontrar equilíbrio entre felicidade e tristeza; Chega de altos e baixos tão extremos, a vida é feita disso, mas a minha é muito. Uma hora estou totalmente feliz, cantando e saltitante e outra eu me encontro triste, fechada nos meus pensamentos pesimista. Isso tem que acabar! – Estudar bastante para ser a primeira da classe e conseguir o intercâmbio; Se eu quero mesmo ser uma boa profissional a hora é agora. Agora é que eu vou começar a provar para mim mesma o quanto longe eu posso e quero ir. – Encontrar um emprego na minha área; Bom, que irei trabalhar é fato, agora é correr atrás de empregos, mesmo que seja estágio e não me paguem tão bem, na minha área. Nada de desistir fácil e ir trabalhar em lojas de roupas e bares (alguém tem que fazer isso, eu sei, são boas profissões, mas não é pra mim). De preferência um emprego que me abra portas e que me faça escrever MUITO! – Alimentar-me melhor e descobrir o prazer nisso; Estou certa que essa minha decisão de ser vegetarina foi uma das melhores que tomei na minha vida, mas com ela vem vários contra-tempos como uma pequena anemina e fraqueza. Preciso encontrar novas fontes de nutrientes, porque mesmo antes, quando eu comia carne, eu não me alimentava bem. Preciso descobrir o prazer em comer. – Melhorar a mim mesma para que eu possa exigir mudança nos outros. É claro que ninguém é perfeito e eu reconheço isso, tanto em relação a mim quanto aos outros. Mas se eu quero pessoas legais, divertidas e inteligentes ao meu... ler mais
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Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, gostaria que elas refletissem sobre esse mesmo assunto e, a partir de provocações dos meus textos, criassem questionamentos internos. Esse é meu objetivo ao compartilhar.

Melhor ainda, pra mim, que sou escritora, é que quando um texto meu toca tanto uma pessoa que ela tem vontade de compartilhar o que também está pensando e faz comentários com suas visões, perguntas ou até mesmo críticas.

Escrevo desde que me lembro e tenho um espaço online (desde 2009 é o Gabitopia), desde dezembro de 2005.

Meu caminho é da alegria e da conexão com meu verdadeiro Eu, tentando sempre me manter no olho do furacão.

Sou grata!

Encontre-me:

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

Meu ofício é escrever. Escrevo para o Gabitopia há 10 anos e, depois que me formei em Jornalismo, passei a escrever para organizações, colaborando no marketing digital de empresas e ONGs, com conteúdo relevante que envolva o público e engaje os clientes. Na sessão "profissional" você encontra a descrição dos meus serviços.

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