6 fatos que me ajudaram a desenvolver minha espiritualidade

Costumo dizer que a espiritualidade mudou minha vida. Sempre senti um vazio enorme no meu coração que não sabia explicar. Aos 18 anos, rompi definitivamente com a Igreja Católica, pois percebi que não me identificava com os dogmas e, principalmente, não concordava com a forma que igreja (pelo menos a que eu frequentava) propagava a palavra de Deus por meio do medo, e não do Amor. Desde que me lembro, sempre tive tristezas repentinas – “crises de depressão” – por causa daquele vazio interior. Minha mãe, muito espiritualizada, sempre me pediu que eu procurasse Deus, independentemente da religião. Após algum tempo da ruptura e resistência, dei ouvidos a seus conselhos e me libertei dos preconceitos para iniciar minha busca pela espiritualidade, entendendo – finalmente – que isso não depende de religião e igreja. A seguir, listo algumas atitudes que, no meu caso, definiram o início dessa jornada que não teve e não terá volta: 1. Desliguei a televisão e passei a vivenciar experiências fora da minha zona de conforto A mídia funciona, em modo geral, assim: o conteúdo difunde medo e os comerciais vendem soluções para nossa infelicidade. Percebi que a realidade não está na televisão e sim nas nossas experiências de vida. Comecei a fazer trabalho voluntário e atuar profissionalmente em ONGs que lidam com problemas sociais e ambientais. Essa, pra mim, é a realidade que precisamos saber: a que podemos, com nosso trabalho, efetivar mudanças. Nenhuma grande reportagem, por melhor que seja, substitui a vivência. Como a mídia tradicional já migrou para os meios digitais, precisamos escolher as fontes e procurar jornalismo independente e confiável. Não precisamos... ler mais

6 músicas filosóficas que talvez você não conheça

Mais uma vez, aqui na categoria nova “Catarses” vou falar da minha banda preferida, a Forfun. De acordo com a própria , eles vão romper com a formação atual e, por isso, não teremos coisas novas com essa conjuntura – infelizmente, pra mim, já que gosto bastante de como eles fazem música e expressam seus pensamentos e sentimentos. Há cerca de 7 anos acompanho o trabalho desses quatro rapazes do Rio de Janeiro. Já fui em pelo menos 15 shows (talvez mais, mas sério, perdi a conta!) em pelo menos 5 cidades (S. Paulo, Santos, Rio, Jundiaí e SBC). Durante esse tempo todo escuto o mesmo preconceito de muita gente: “Forfun é emo!”, “Forfun é música de mimimi”, “Forfun é História de Verão”. Não que eu realmente *me importe* com essas críticas, pois sei as razões pelas quais gosto da banda. A única coisa que eu sinto muito mesmo (por essas pessoas) é o fato de elas não conhecerem algumas músicas incríveis que poderiam ajudar na expansão da consciência. Por isso, tive a ideia de compartilhar 6 (das dezenas) músicas deles que me fizeram e ainda fazem refletir, mas que muita gente ignora porque fica presa a opiniões inflexíveis sobre tudo. Sempre recomendo, primeiro, conhecer alguma coisa com certa profundidade para, depois, emitir uma opinião. A música #6 tem uma história curiosa que resume a vergonha alheia do preconceito. A seguir, você confere minhas impressões sobre as músicas Morada, Gruvi Quântico, Cigarras, O Viajante, Eremita Moderno e Siga o Som. Para quem sentir em seu coração a vontade de escutar e se aprofundar, deixei o vídeo junto e um link da letra (que pode conter erros por... ler mais

Infinitas Possibilidades (Forfun)

Bem vind@ a uma categoria nova, a “Catarses”. Na Wikipédia, encontra-se uma definição suficiente: “Segundo Aristóteles, a catarse refere-se à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama”. Portanto, nesse espaço, vou tentar (porque cada Ser é único e suas experiências também) mostrar aqui porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas. A maioria das vezes em que eu falar de música, provavelmente, não vou falar sobre a melodia/ritmo/instrumentos, e sim sobre a letra, pois não tenho palavras pra dizer o que sinto quando escuto elas.  E, lógico, isso será apenas MINHA interpretação, pode ser que você entenda de forma totalmente diferente. Se você já gosta da música, pode colaborar com esse post sobre ela, comentando suas percepções sobre o som e a letra. A primeira é a música Infinitas Possibilidades, da banda Forfun (minha preferida) , do álbum Polisenso, de 2008. Se ainda não conhece, você pode escutá-la aqui: Em 2009 escrevi algo sobre o Forfun. Como é um texto velho, vale apenas para ilustração. Abra a aba aqui e leia depois que acabar de ver esse post. Infinitas Possibilidades – Forfun A batida já te joga no chão, te dá uns choques em uma explosão de sons incríveis… Você sente isso também? Vamos à letra: Duas libélulas passaram voando e anunciando a melodia celeste (Melodia celeste = músicas vindas do céu. Conexão total com a espiritualidade. Entendo que aqui o artista quis mencionar mensagens vindas do além e nos ostrar que somos mais do que nossos corpos físicos) Trazendo novos conceitos a nós, os humanoides, na jornada terrestre (Entendo essas “melodias celestes” como se fossem mensagens de... ler mais

Meditação como estilo de vida: um relato pessoal

Baixe o PDF com o conteúdo desse post Por Haydée* Esse material foi desenvolvido após reflexão individual e com entes amados, principalmente com meu marido. É a minha colaboração com o tema “meditação”. Esse é um relato de como isso funciona pra mim, portanto pessoal, e espero que ajude quem também estiver nessa busca de felicidade e paz interior. Considere essas palavras como sendo minha verdade, meu caminho, e que pode não ter nada a ver com o seu. Não tem problema, ninguém está errado, cada um tem seu jeito de viver. Também considere a possibilidade de eu estar errada em algum aspecto, principalmente quando se trata de opinião sobre algum tópico. Além de compartilhar, também estou disposta a ouvir outros relatos e sugestões de melhorias para minha prática. Se algo aqui te tocar, saiba que você tem com quem contar, pois há mais gente nessa busca. Porém, saiba que cada caminho é único. Conhecer as experiências dos outros apenas ajuda, então é importante cada um buscar sua verdade. “O Caminho não é como uma estrada; é mais como um pássaro voando no céu sem deixar rastros.” (Tao: Sua história e seus ensinamentos – Osho) 1. Saiba o que você quer, o que te faz feliz   Uma dica, que sistematizando seria um primeiro passo na busca de atingir uma frequência mais elevada de vibração, é olhar para dentro de você e se perguntar o que te faz verdadeiramente feliz. Não estou falando em passar por cima de todos e tudo para conseguir o que se quer. Estou me referindo a buscar um propósito maior para sua vida com amor.... ler mais

Mais “a favor”: sobre abordagens com amor e generosidade

Sou ciclista. Moro em numa cidade que tem bastante ciclovia, mas ando fora dela onde não há. A mobilidade é uma causa minha. Pense em uma bandeira que você levanta e faça a reflexão a partir dela. Veja abordagens possíveis pela causa do respeito no trânsito para com os ciclistas: 1) “Respeito ao ciclista! Todos juntos por um trânsito seguro!” 2) “Contra os desrespeito aos ciclistas! Todos juntos combatendo a violência no trânsito!” Hoje fui almoçar em casa, de bicicleta. Pedalava numa rua sem ciclovia. Um/a motorista de carro me deu uma das maiores buzinadas que já levei, sendo que a rua era suficientemente grande para que eu, o outro ciclista que estava ali e o carro passassem tranquilamente. Tendo praticado minha espiritualidade, estou muito mais amorosa e generosa. Tudo que eu senti hoje, quando me recuperei do susto da buzinada, foi compaixão. O que pensei quando meu coração voltou ao normal foi que deve haver alguma razão para essa pessoa ter feito isso e que com certeza ela não sabe o perigo que existe em buzinar para um/a cilista. Percebi também que, infelizmente pra mim, não são todas as pessoas que pensam como eu, que provavelmente @ motorista achou que os ciclistas estavam atrapalhando. Tive a certeza que era de amor o que ele/a precisava. Eu sei que você deve estar pensnado: “você mandou amor, mas o que vai mudar? @ motorista vai continuar buzinando para @s ciclistas”. E se eu ficasse com raiva e irritada? Ele ia mudar? Eu apenas estragaria minha sexta-feira. Se é de amor e respeito que precisamos, porque nossas bandeiras são, em sua maioria, baseadas em... ler mais

Razões para não acreditar nos meios de comunicação em massa

(e preferir usar a internet a outros) Este é um trabalho acadêmico de 7 de maio de 2012 para a aula de Estudos da Semiótica do meu curso de Jornalismo, 2012. Se você quer uma mensagem rápida, pule para a parte “conclusão”. Algumas atualização de hoje 07/06/2015 entrarão no texto como “2015: (…)”  “Lembrando que tudo é uma teoria.” Vídeo complementar: Paranoia Tecnológica from Gabi Pagliuca on Vimeo. Veja a crítica do professor nesse link.   Introdução Uma marca de roupa quer vender sua nova coleção. Cria, então, toda publicidade para que todos desejem as roupas novas. É a nova estação, a cor da moda, a garota-propaganda é a modelo que está na mídia ou outra celebridade qualquer, etc. Passa a estação, a cor tem que mudar, a garota-propaganda não está mais na mídia, a celebridade é esquecida… muda a coleção, muda o desejo do consumidor, ou melhor, muda o que a publicidade quer que o consumidor deseje. Uma marca de celular lança um novo produto. Cria, então, a publicidade desse modelo específico. As operadoras querem vendê-lo, dão descontos e fazem propostas mirabolantes, oferecem seus planos para o cliente conseguir desconto no aparelho da moda. As pessoas compram tanto que esgota. Logo todos têm o mesmo celular, e ele começa a ficar mais barato, mais banal, a tecnologia começa a não ser de última geração. O próximo passo é o lançamento de um novo modelo para o ciclo recomeçar. O desejo do celular não é pela necessidade de um telefone. Se fosse por falar, para mandar mensagem, navegar na internet, usar o GPS e outros aplicativos interessantes, qualquer aparelho valia,... ler mais
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Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, gostaria que elas refletissem sobre esse mesmo assunto e, a partir de provocações dos meus textos, criassem questionamentos internos. Esse é meu objetivo ao compartilhar.

Melhor ainda, pra mim, que sou escritora, é que quando um texto meu toca tanto uma pessoa que ela tem vontade de compartilhar o que também está pensando e faz comentários com suas visões, perguntas ou até mesmo críticas.

Escrevo desde que me lembro e tenho um espaço online (desde 2009 é o Gabitopia), desde dezembro de 2005.

Meu caminho é da alegria e da conexão com meu verdadeiro Eu, tentando sempre me manter no olho do furacão.

Sou grata!

Encontre-me:

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

Meu ofício é escrever. Escrevo para o Gabitopia há 10 anos e, depois que me formei em Jornalismo, passei a escrever para organizações, colaborando no marketing digital de empresas e ONGs, com conteúdo relevante que envolva o público e engaje os clientes. Na sessão "profissional" você encontra a descrição dos meus serviços.

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