Congraçando

Estava sentada num banco de plástico, esperando por minha mini-pizza de mussarela quentinha, com minhas unhas roídas e óculos fundo de garrafa, falando com dona Maria, a mulher da pizza, sobre o calor do dia, entre meu escritório, de um lado da rua, e uma escola de desenho no outro lado. Deparei, então, com uma menina, com seus 16 anos, ruiva, com o cabelo solto que brilhava com o sol forte, óculos de sol, lindo sorriso, magra, baixa, com uniforme de uma escola, cortada na gola e na barra, com a calça de moletom baixa aparecendo suas covinhas nas costas, colares e pulseiras, munhequeira e um all star vermelho, ela estava andando naquela rua pouco movimentada de um lado pro outro, pisando nas folhas secas do chão, então um menino saiu da escola de arte, ela o chamou e tirou os óculos e minha pizza chegou. O menino tinha, talvez, um ou dois anos a mais que ela, cabelos muito lisos e pretos, bem penteado, uma camiseta verde um pouco mais escura que seus olhos, bem arrumado, com roupas legais e tênis. Ele não sorriu quando a viu, ele disse que precisava ir embora, mas que ele tinha gostado de vê-la, disse pra voltar outro dia para eles conversarem melhor. Ela se sentou no meio fio e pediu cinco minutos para ela tentar entender o que estava acontecendo e ele se sentou ao seu lado. Ele pediu desculpas e disse que não poderiam se ver mais, ela que estava abraçando seus joelhos e de cabeça baixa, levando seus olhos verdes furiosos, aliás, essa era a única semelhança externa que... ler mais

Como tomar decisões certas? (versão curta)

(versão original) Depois que as redes sociais passaram a dar a opção de colocar em religião um “tenho um lado espiritual independente de religiões” (Orkut), comecei a usar essa definição, pois foi mais ou menos quando abandonei meu rótulo de católica. Esse lado me faz questionar o que é certo e o que é errado, de acordo com as leis do homem e de Deus. Não que religião seja ruim, mas gosto de me sentir livre para acreditar no que quiser. Não gosto de ser obrigada a acreditar em algo pré-estabelecido se para mim não fizer sentido. Liberdade me encanta. E como eu gosto dela, comecei a questionar: liberdade é fazer tudo o que queremos, sem pensar em mais nada? Será? Como tomar decisões certas? Nossa sociedade está cheia de tabus, crenças e principalmente julgamentos que não fazem sentido, pra mim. Há muitas atitudes que tomamos e que não faz mal pra ninguém, mas a sociedade julga. E a religião ajuda muito isso. Não todas e nem todos os religiosos, mas alguns que incomodam por muitos. Muita gente que vive aparentemente sob regras divinas, mas por dentro estão cheias de ódio, rancor, raiva, infelicidade, inveja… É isso que Deus quer? Tudo o que acredito é que o que vale é nosso coração e nossas intenções. Não importa se parece boa intenção, Aquele que nos vai julgar (seja qual for sua crença) não se importa com aparências. Deus só se importa se você é bom ou ruim, lá no fundo do seu coração. O que é certo e o que é errado? Como devo agir? Como você achar que é... ler mais
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Quando eu escrevo, exponho meu ponto de vista. Minha leitora ou meu leitor não necessariamente concorda comigo e, na verdade, concordar ou não é o que menos me importa.

Quando escrevo, estou fazendo uma terapia. Estou tirando algumas conclusões de assuntos que muitas vezes são inconclusivos. Conclusões essas que posso expandir ou até mudar a partir de uma nova informação ou experiência. Quando escrevo, estou racionalizando meus processos de autoconhecimento e conhecimento do mundo.

Quando eu disponibilizo o que estou escrevendo para que as outras pessoas possam ler, gostaria que elas refletissem sobre esse mesmo assunto e, a partir de provocações dos meus textos, criassem questionamentos internos. Esse é meu objetivo ao compartilhar.

Melhor ainda, pra mim, que sou escritora, é que quando um texto meu toca tanto uma pessoa que ela tem vontade de compartilhar o que também está pensando e faz comentários com suas visões, perguntas ou até mesmo críticas.

Escrevo desde que me lembro e tenho um espaço online (desde 2009 é o Gabitopia), desde dezembro de 2005.

Meu caminho é da alegria e da conexão com meu verdadeiro Eu, tentando sempre me manter no olho do furacão.

Sou grata!

Encontre-me:

Nesta categoria, você encontrará textos sobre minha experiência com a espiritualidade. Como um Ser em evolução, faço aqui as reflexões sobre como me conectar com meu Eu superior e como posso ser uma pessoa melhor no meu cotidiano com minha família, amigos, desconhecidos e nas relações profissionais.

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.
Estilo de Vida

Esta categoria é muito mais genérica e estão os textos sobre comportamento, vegetarianismo e outras reflexões sobre o meu estilo de vida ideal.

A categoria mais antiga do blog! Em Crônicas você pode ler todos meus textos cheios de aventura, romance, reflexões e, claro, muito beijo na boca. Tudo escrito com muito carinho, cada crônica escrita no tom e no ritmo que achei coerente para o tema.

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.
Catarses

A categoria mais nova do site, criada em Julho de 2015.  Segundo Aristóteles, a catarse diz respeito à purificação das almas por meio de uma descarga emocional provocada por um drama. Neste espaço exponho porque eu me sinto purificada com algumas obras artísticas, por exemplo: músicas, longas ou curtas ou artes plásticas.

Em Matérias, publico os textos jornalísticos que produzo de forma independente e livre. Os temas são os mais diversos, inspirados nos últimos acontecimentos ou de temas que são relevantes para mim. Alguns materiais são da época da faculdade em que guardo com muito carinho toda aprendizagem dessa importante fase da minha vida.

Essa categoria foi criada após eu conhecer o campo da manipulação de energia com o objetivo de curar minhas feridas emocionais e fisicas, sanando-as e desobstruindo meus centros de energia para que eu possa cumprir minha missão de forma mais saudável, feliz, em paz e com gratidão. Aqui compartilho o que aprendo.

Gabriela Pagliuca

Meu ofício é escrever. Escrevo para o Gabitopia há 10 anos e, depois que me formei em Jornalismo, passei a escrever para organizações, colaborando no marketing digital de empresas e ONGs, com conteúdo relevante que envolva o público e engaje os clientes. Na sessão "profissional" você encontra a descrição dos meus serviços.

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